Durante séculos esta foi uma das regiões mais isoladas, pobres e desconhecidas do país.
Apenas os grandes rios possibilitavam deslocamentos entre vilas e cidades, quase sempre distantes entre sí. As distâncias eram (ainda são, na maior parte da Amazônia) medidas em dias de viagem.
Eram longas, demoradas e arriscadas as viagens. Duas estradas: a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, construída no início deste século, e a rodovia BR-29 (atual BR-364), nas décadas de 60 e 70, romperam esse isolamento.
Aqui homenageamos os pioneiros anônimos que as construíram, narrando um pouco da história de suas obras
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Porto Velho. Quando a empresa de Percival Farquar empreendeu as ações afinal vitoriosas de construção da EFMM, decidiu mudar o ponto inicial. A insalubridade do histórico sítio de Santo Antônio do Madeira, e as facilidades para atracação de navios 7 km abaixo, no mais saudável "porto velho dos militares", orientaram essa decisão. Daí nasceu Porto Velho.
A E.F.M.M. O 1º grande esforço para romper o isolamento secular da região, ocorreu entre 1872 e 1912: a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Trabalhadores de mais de vinte nacionalidades, após várias tentativas frustradas e milhares de perdas de vidas, tornaram-na realidade. A borracha e o sonho motivaram a epopéia de sua construção.
A BR-29 (364). O 2º grande esforço ocorreu em 1960: a construção da rodovia BR-29 (atual BR-364). A ligação pioneira de Porto Velho a Cuiabá, e daí à Brasília e o resto do país, foi executada em apenas DEZ (10) meses heróicos. Aproximadamente 1500 km rasgando a floresta virgem. Hoje, sem esta estrada, a vida em Rondônia é inimaginável!
Rondônia. Um pouco da história e formação do Estado de Rondônia: a ocupação primitiva e o Forte do Príncipe da Beira; os ciclos econômicos do telégrafo, borracha, estanho, ouro e da agropecuária. O zoneamento sócioeconômico e ecológico. Pequena biografia do Marechal Rondon. Rondônia, hoje.